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Cirurgia robótica
A cirurgia robótica é uma técnica avançada que utiliza sistemas robóticos controlados por cirurgiões para realizar procedimentos cirúrgicos. Essa tecnologia oferece maior precisão e recuperação mais rápida em comparação com a cirurgia tradicional. Os robôs cirúrgicos são capazes de realizar movimentos extremamente precisos e proporcionar uma visão ampliada em 3D do local da cirurgia. Isso permite que os cirurgiões realizem procedimentos complexos com mais segurança e eficácia.
Os cortes na pele são de 8 mm e a quantidade de cortes dependem de qual cirurgia será realizada, a grande maioria das cirurgias são realizadas com 4 ou 5 pequenas incisões.

Vantagens da técnica robótica
A cirurgia robótica tem muitas vantagens em relação à operação convencional (corte aberto), como menos dor no pós-operatório, melhores resultados estéticos, recuperação mais rápida do paciente, menor permanência hospitalar e menores riscos de infecções.
Tipo de Anestesia
Para a realização da cirurgia robótica a anestesia sempre tem que ser com sedação e intubação, além de relaxamento total da musculatura, ou seja, a anestesia é geral.
Quais cirurgiões estão aptos para utilizar a plataforma robótica?
O cirurgião só está apto a utilizar os robôs cirúrgicos após amplo treinamento em simuladores e cursos. O Dr. Rodrigo Edelmuth realizou o curso de pós-graduação internacional em cirurgia robótica do Hospital Israelita Albert Einstein e teve experiência internacional por mais de um ano em Nova Iorque.
Vantagens dessa técnica
A técnica videolaparoscópica traz inúmeras vantagens em relação à operação convencional (corte aberto), como menos dor no pós-operatório, melhores resultados estéticos, recuperação mais rápida do paciente, menor permanência hospitalar e menores riscos de infecções.
Como é a recuperação?
Por ser uma cirurgia bem menos invasiva que as cirurgias convencionais, a recuperação é mais rápida e com mais chances de ser bem mais tranquila para o paciente. Em média o tempo de recuperação é de duas semanas.
Quando não deve ser feita?
Em caso de necessidade de procedimento cirúrgico, a técnica por videolaparoscopia, dificilmente é contraindicado. Porém alguns casos bem específicos recebem essa contraindicação como em casos de gravidez avançada, obesidade mórbida ou em pessoas gravemente debilitadas.
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Hérnia umbilical
É uma saliência que se forma na região do umbigo devido a uma falha na musculatura. Por esse defeito, pode haver a saída de um pedaço de gordura ou do intestino. As pessoas que apresentam algum tipo de hérnia abdominal são capazes de sentir uma protuberância sob a região e fica mais evidente quando o indivíduo tosse, ergue peso ou faz força. Além disso, muitas pessoas sentem dor quando realizam esforço físico excessivo. Com o passar dos anos, por esforço abdominal intenso, ou excesso de peso, pode ocorrer o aumento do abaulamento, o que pode causar desconforto doloroso ou estético.

Quais as causas?
A formação de hérnia umbilical em crianças não é conhecida ao certo, mas em adultos existem possíveis causas, como: obesidade, gestações múltiplas, cirurgia abdominal anterior, carregamento de excesso de peso, atividades físicas de alta intensidade, hábito de fumar.
Como é feito o Diagnóstico?
As hérnias umbilicais podem ser diagnosticadas pelo médico ao exame físico ou por meio de exames de imagem, como ultrassom ou tomografia.
Como é feito o tratamento?
O tratamento das hérnias umbilicais é sempre cirúrgico. Em hérnias nas quais o defeito da parede abdominal é maior que 1-2 cm, algumas vezes, são necessárias telas para reforço do reparo.
Quais as causas?
A hérnia na região inguinal acontece quando a parede abdominal está enfraquecida, deixando que o intestino faça pressão sobre os músculo e acabe “aparecendo” debaixo da pele. Esse enfraquecimento da parede abdominal é mais comum em pessoas que sofrem com tosse crônica ou prisão de ventre; pessoas que possuem defeitos congênitos na região abdominal, obesos, hipertensos e fumantes.
Sinais e sintomas na hérnia inguinal
Em alguns casos não existem sintomas. Normalmente são descobertas na consulta de rotina. Quando existentes os sinais ou sintomas de hérnia inguinal consistem numa tumefação na parede abdominal, que se torna mais visível quando tosse ou faz esforço.
Tratamento da Hérnia inguinal
O tratamento das hérnias inguinais é sempre cirúrgico, com a colocação de telas na região do defeito da parede abdominal.

Pedra na vesícula
A vesícula biliar é um pequeno órgão localizado logo abaixo das costelas, junto ao fígado, no canto superior direito da barriga. A vesícula serve para armazenar bile — um líquido produzido pelo fígado para ajudar a digerir a gordura dos alimentos que comemos.
Quando ocorre a ingestão de alimentos, a vesícula biliar libera a bile armazenada para o intestino, entrando em contato com os alimentos e auxiliando na digestão da gordura.
Quando ocorrem a formação de pedras na vesícula o corpo não consegue digerir tais pedras, que acabam ficando na vesícula e causando dor e mal-estar na região abdominal. Ou seja, formam-se pequenas partículas que vão crescendo, obstruindo e entupindo a saída da vesícula ou o ducto que leva a bile ao intestino.
Quem pode ter pedra na vesícula?
As pedras na vesícula podem ocorrer em qualquer pessoa ao longo da vida, mas é mais comum em mulheres acima dos 40 anos, que estão acima do peso e com doença falciforme.
Como se forma a pedra na vesícula?
As pedras na vesícula surgem a partir da cristalização (formação de cristais) dos componentes da bile, devido ao excesso de sais e colesterol, prejudicando a passagem pelo canal que é conectado no intestino.
Como é feito o tratamento?
Em alguns casos pode ser feito à base de medicamentos que diluem o cálculo. Já em outros casos, é necessária a realização da cirurgia por laparoscopia.
Principais sintomas
Dor intensa, azia, queimação, perda do apetite, náuseas e vômitos são sintomas comuns em pacientes que apresentam gastrite. A azia é a sensação de queimação e dor na região superior do abdome e no peito, além de um gosto ácido na boca. Este desconforto geralmente tem relação com as refeições.
Como aliviar o desconforto?
- Evitar refeições pesadas, com muita gordura, especialmente a noite.
- Não comer exageradamente durante a refeição.
- Evitar tomar líquidos durante as refeições para não distender o estômago.
- Não fumar.
- Perder peso.
Como é feito o diagnóstico?
A história do paciente e a endoscopia são fundamentais para o diagnóstico da gastrite.

Cirurgia bariátrica
Os procedimentos bariátricos ou metabólicos são indicados para o tratamento cirúrgico da obesidade. São realizados com o intuito de fazer com que o indivíduo tenha perda de peso pois, além de modificar o tamanho do estômago e intestino, causam também uma série de mudanças nos hormônios intestinais (entero-hormônios) de forma a induzir mecanismos que aumentam a saciedade, diminuem a fome, otimizam o metabolismo da glicose etc. No entanto, é fundamental destacar que não substitui a prática de atividades físicas e apresenta uma série de pré-requisitos para que possa ser indicada e realizada.

Indicação para a cirurgia
A indicação da cirurgia bariátrica deve ser feita a partir da falha no controle do peso através de tratamentos clínicos. Aliado a isso, considera-se elegível para a cirurgia pacientes com índice de massa corporal acima de 40 Kg/m2 ou acima de 35 Kg/m2 com comorbidades associadas.
Quais os tipos de cirurgia bariátrica?
Existem dois principais tipos de cirurgia bariátrica: o Bypass gástrico ou a gastrectomia vertical (Sleeve). Para escolher o melhor método, uma consulta minuciosa se faz necessário. Devemos entender as necessidades do paciente e levar em consideração as vantagens e desvantagens de cada opção.
Pontos importantes
Para realizar a cirurgia bariátrica é necessário o acompanhamento psicológico do paciente. Esse acompanhamento é feito tanto para o processo do paciente como para entender a diferenciar “o que é fome” e “o que é vontade de comer”, mas também para acompanhar possíveis transtornos como a depressão, a ansiedade e a compulsão alimentar.
Possíveis causas
A dieta alimentar com baixo consumo de fibras está diretamente relacionada a formação dessas saculações. Outros fatores de risco para a formação de divertículos são: idade avançada, obesidade, sedentarismo, constipação e predisposição genética.
Quem pode ter doença diverticular?
A formação de divertículos é algo bastante prevalente na população e é diretamente proporcional a idade, sendo bastante comum na população acima de 40 anos de idade. A simples presença de divertículos no cólon é chamada de diverticulose ou doença diverticular.
Sintomas
Geralmente é assintomática, mas alguns pacientes podem apresentar dor abdominal, cólicas e alteração do hábito intestinal.

Pólipos na vesícula
Pólipos são tumores na mucosa da vesícula (a membrana mais interna do órgão). A maioria dos pólipos não têm a capacidade de tornar câncer e são apenas alterações estruturais ou depósitos de gordura (colesterolose) na mucosa. Estes pólipos são considerados benignos (não há risco de transformação em câncer). Mas a avaliação médica é essencial para garantir que não risco de malignização. O fator mais importante em relação ao potencial de malignização dos pólipos é o seu tamanho. Sabe-se que os pólipos com mais de 2 cm são em grande maioria tumores malignos de vesícula, enquanto os pólipos entre 1 e 2 cm também já apresentam esta possibilidade .

Quem pode ter Pólipos na vesícula?
Aproximadamente 5% dos adultos podem desenvolver pólipos da vesícula biliar ao longo da vida.
Como é feito o diagnóstico?
Geralmente os pólipos na vesícula são achados incidentais em ultrassons de rotina.
Como é feito o tratamento?
Os pólipos de vesícula são tratados apenas através da cirurgia, ou porque causam sintoma, seja como prevenção ao câncer de vesícula.
Pessoas que apresentam pólipos de vesícula em sua ultrassonografia devem ser acompanhadas por um cirurgião, que decidirá qual a melhor forma de acompanhamento do pólipo e se a cirurgia deve ser feita.
O que causa a hemorroida?
A doença hemorroidária consiste na dilatação e perda da sustentação das veias hemorroidárias presentes normalmente no ânus.
Principais sintomas
Os principais sintomas da hemorroida são sangramento ao evacuar, sensação de algo se exteriorizando pelo ânus (algo saindo), dor e/ou desconforto ao evacuar e coceira anal (prurido).
Como é feito o tratamento?
O tratamento da doença hemorroidária inicialmente é clínico, com mudanças de hábitos de vida, regularização do hábito intestinal, alimentação saudável e uso de medicação como pomadas e venotônicos. A hemorroidectomia excisional (ou seja, retirada de hemorroida por cirurgia) é indicada nos casos mais avançados ou com sintomas mais intensos.

Câncer de intestino
O câncer de intestino, também conhecido como câncer de cólon e reto ou colorretal, abrange os tumores que se iniciam na parte do intestino grosso chamada cólon e no reto (final do intestino) e ânus.
O câncer de cólon é um dos três tumores malignos mais frequentes no Brasil e responde por cerca de 10% de todos os casos da doença no país. Entre os homens, fica atrás apenas do câncer de próstata; entre as mulheres, atrás somente do câncer de mama feminina. Felizmente, a doença é tratável e, na maior parte dos casos, curável se detectada em estágio inicial, antes de se alastrar para outros órgãos.

Quais as possíveis causas?
A causa exata não é completamente conhecida, mas existe fatores de risco bem descritos como histórico familiar, tabagismo, uso de bebidas alcoólicas, obesidade, sedentarismo, consumo excessivo de carne vermelha e carne processada (bacon, presunto, mortadela, salame, peito de peru, salsicha, linguiça) e dieta pobre em fibras.
Quais os principais sintomas?
Os principais sintomas que podem indicar câncer de intestino são: sangue nas fezes; dor abdominal, diarreia ou prisão ventre; sensação de peso ou dor na região anal; cansaço frequente e perda de peso sem causa aparente.
Como é feito o tratamento?
O tratamento para o câncer no intestino deve ser de acordo com as características do tumor, estágio da doença e idade do paciente. Na maioria dos casos é indicada a realização de cirurgia para retirar a porção do intestino afetada pelo câncer e uma parte próxima que esteja saudável, também pode ser indicada algumas sessões de quimioterapia e/ ou radioterapia após feita a cirurgia.
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